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A ANJE – Associação Nacional dos Jovens Empresários arrancou no passado dia 27 de maio, com um conjunto de conferências intituladas “PME XXI – Qual o futuro?”, cujo principal objetivo é perceber qual o caminho que as PME devem seguir, quer no contexto Economico / Fiscal, quer no contexto social. Os primeiros convidados são o gestor António Pires de Lima, e Francisco Assis, presidente do Conselho Económico e Social.

A associação que reúne os empreendedores portugueses pretende contribuir para a discussão de qual o caminho em direção à recuperação económica e qual o papel das Pequenas e Médias Empresas neste processo. E para isso tem ouvido gestores, líderes partidários e Governo.

Depois de Pires de Lima e Francisco Assis, a 7 de junho foi a vez de João Cotrim de Figueiredo, líder da Iniciativa Liberal, estar à conversa com Alexandre Meireles, presidente da ANJE. Seguiu-se Francisco Rodrigues dos Santos, líder do CDS, a 21 de junho, e Catarina Martins, coordenadora do Bloco de Esquerda, no dia 22 de junho. 

Para o encerramento deste ciclo, a ANJE e a AEP juntaram esforços e estão a organizar de forma conjunta a sessão, subordinada ao tema Reindustrialização e Digitalização da Indústria.

Apoiar e capacitar as PMEs são duas das prioridades da ANJE. No âmbito da sua estratégia para a Transição Digital, a ANJE tem previsto investir mais de 1 milhão de euros, na capacitação das Pequenas e Médias Empresas e no surgimento de novos projetos que possam ajudar o país na recuperação económica.

Não obstante esta resiliência e flexibilidade, as PME ainda vão necessitar de um forte apoio do Estado até ao fim da crise. Não é crível que as restrições à atividade económica desapareçam no curto prazo, dado o gradualismo do processo de vacinação. Neste sentido, há que continuar a apoiar a tesouraria das empresas e a proteger a sua capacidade produtiva e os seus postos de trabalho. Não se trata de atirar dinheiro para cima dos problemas, mas sim de financiar criteriosamente as PME, designadamente através de instrumentos de capitalização e sistemas de solvência que protejam as organizações viáveis e competitivas.