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ANJE lidera ranking europeu do Erasmus para Jovens Empreendedores

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Espanha, Itália e Alemanha foram os mais procurados pelos jovens portugueses apoiados. Empreendedores italianos, espanhóis e polacos, foram os que mais demonstraram interesse por Portugal.
 
A ANJE – Associação Nacional de Jovens Empresários fechou o ano de 2018 no 1º lugar do ranking de entidades europeias que mais intercâmbios promoveram ao abrigo do programa Erasmus para Jovens Empreendedores – projeto financiado pela Comissão Europeia que visa criar oportunidades internacionais, permitindo aos novos empreendedores a aquisição dos conhecimentos necessários para criarem o seu próprio negócio. No total, em 2018, a ANJE apoiou 31 projetos – 11 portugueses que decidiram partir “além-fronteiras” e 20 empreendedores estrangeiros que escolheram Portugal para reforçar competências sobre a sua área de negócio.
 
No que aos destinos diz respeito, Espanha, Itália e Alemanha foram os mais procurados pelos jovens portugueses apoiados pela ANJE. No sentido inverso, foram os empreendedores italianos, espanhóis e polacos, que demonstraram interesse por Portugal. Ao longo deste ciclo – que se prolonga até janeiro de 2020 e que ainda está a aceitar candidaturas –, a ANJE apoiou ideias em diversas áreas de atuação, que vão de empresas de turismo local à criação de um espaço na área da restauração.
 
Durante estes intercâmbios financiados, que podem durar até 6 meses e cujas bolsas podem chegar aos 1.100 euros por mês, os novos empreendedores têm a oportunidade de contactar com realidades distintas daquelas a que estão habituadas, percebendo, assim, que tipo de desafios podem encontrar na criação dos seus negócios. O programa Erasmus para Jovens Empreendedores também está aberto a empresas que pretendam receber um empreendedor, beneficiando, por sua vez, de novos insights para o seu negócio.
 
“Há muito para aprender com parceiros internacionais. Quando temos uma ideia muitas vezes não temos noção de alguns desafios que vamos encontrar no mercado, seja no desenvolvimento do produto ou na forma como este entra no terreno. Claro que há questões que podem ser vencidos em Portugal, mas existem problemáticas estruturais que muitos destes empreendedores tiveram de vencer nos seus países e, ao aprender com eles, podemos estar a dar um enorme passo da nossa empresa”, explica Nuno Ricardo, coordenador do programa na ANJE.
 
Para mais informações:
Tiago Durães
914 353 011
28.01.2019